
Um pouco por todos os países e também em
Portugal revêem-se estratégias, apontam-se caminhos que têm de ser escolhidos. Um tempo novo suscita novos paradigmas. A
Estratégia de Lisboa, neste período de adaptação aos novos tempos, tem também que reflectir o imperativo destes ajustamentos, uma vez que, marca o ritmo da ambição de quem quer subir de forma clara no difícil “ranking” da
competitividade,
inovação e
qualificação, as novas bandeiras da liderança no mundo. Fazer do
conhecimento a matriz estratégica de uma plataforma secular que se quer reencontrara nas fronteiras da modernidade é a única aposta possível para a Europa neste complexo e competitivo mundo global. A
União Europeia não pode fugir ao desafio. A teoria da
sociedade em rede defendida por
Manuel Castells está mais do que nunca presente neste relançamento colectivo que se pretende para a Europa. É essencial reforçar níveis de cooperação, articular estratégias de actuação, partilhar apostas de criação de valor. É preciso dar ao conhecimento o seu papel central. Há um tempo novo para a
Estratégia de Lisboa. Uma oportunidade única e decisiva, de construir uma Rede Global que faça do mais velho continente o admirável mundo novo onde vale a pena viver.
In, Expresso, 13/12/2008, Francisco Jaime Quesado
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